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Bernardino Sousa Pereira (parte 1)
Nos anos 1940, Itanhaém despediu-se do pintor primitivista Emídio de Souza, em uma perda irreparável para as artes plásticas e para a cultura da cidade. Mas veja como são curiosas as coisas: foi perto dessa mesma época que um casal, vindo de São Paulo para passar quinze dias na Amazônia Paulista, viu que não teria mais tanto interesse em retornar para a terra da garoa, e por aqui ficou. Eu estou falando de um outro Sousa, e diferente de Emídio, esse se escreve mesmo com S: o

Gustavo da Mota
18 min de leitura
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